quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Livros de 2018

Foram só 12! 

Archer, Jeffrey - "Este foi um homem"
Covey, Stephen R. - "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes"
Follett, Ken - "Mundo sem fim"
Frankel, Lois P. - "As boas raparigas não sobem na vida" 
Gabaldon, Diana - "A libélula presa no âmbar"
Gabaldon, Diana - "A viajante"
Golden, Arthur - "Memoirs of a Geisha"
Mogi, Ken - "O pequeno livro do Ikigai"
Neto, Joel - "A vida no campo"
Obama, Michelle - "Becoming"
Shamsie, Kamila - "Um deus em cada pedra"
Williams, John - "Butcher's Crossing"

Amêndoa

segunda-feira, 18 de junho de 2018

ATIR


Apresentação oral feita a 16 de Junho de 2018, no âmbito de avaliação para Practitioner em Programação Neurolinguística.

"Boa tarde!
Sejam muito bem-vindos a esta 1ª Conferência Mundial que, na minha opinião (e na vossa também ou não estariam aqui) tem um nome muito sugestivo: “Definição de objectivos para ter ainda mais sucesso!”. Na verdade, sucesso já todos nós temos. E, o que importa, de facto, saber, é como poderemos ter ainda mais sucesso!
Vou começar por perguntar:
Lembram-se das vossas resoluções de ano novo? Aquelas que todos nós afirmamos que vamos adoptar enquanto engolimos as 12 passas ao bater das badaladas da meia-noite? Neste momento, estamos a viver o dia 165 desde que 2018 começou. Quantas resoluções já conseguiram concretizar nesta primeira metade do ano?
Já voltamos a este ponto.
Considerando o tema desta conferência, perguntam vocês: o que nos podes ensinar que não saibamos já sobre como ter ainda mais sucesso?
Realmente, somos constantemente bombardeados com informação de várias formas e feitios com a qual podemos aprender.
As frases ditas inspiradoras que ouvimos ou lemos numa base diária são muitas, como por exemplo “A determinação de hoje é o sucesso de amanhã!”, ou “Cada um tem o sucesso que merece!”.
E parece que toda a gente tem uma fórmula para o sucesso: “Siga estes 10 passos e atinja o sucesso!”.
E os vídeos no youtube para nos inspirarmos são imensos! Por exemplo há aqueles em que nos dizem “levanta-te às 4:30 da manhã, ouve um podcast enquanto corres meia hora na passadeira, responde aos emails enquanto lavas os dentes, faz flexões enquanto esperas que atendam o telefone do outro lado e depois disto tudo olhas para o relógio e ainda são 6:30 da manhã e tens um dia inteiro pela frente para teres sucesso!”. Ufa!!
E, adicionalmente a tudo isto, podemos ler uma vasta panóplia de livros e absorver todas as ideias que os que já têm sucesso nos tentam transmitir. Anthony Robbins, por exemplo, é um óptimo paradigma no âmbito da literatura com os vários livros que já escreveu.
Eu própria já vi e li muito para descobrir qual o caminho que me vai levar a ter ainda mais sucesso.
E isto tudo para dizer exactamente o quê? Que podemos beber de todas estas fontes, mas o busílis para ter ainda mais sucesso, está, sem dúvida, no fazer! No pôr em prática tudo aquilo que lemos, vemos e ouvimos.
Mas o que é, afinal, o sucesso?
Dizem-nos que há 3 chaves muito importantes no trilhar do caminho que é o sucesso:
1.     Definir, concretamente, o resultado que queremos atingir
2.     Ser flexível
3.     E estar alerta para perceber que atingimos o resultado pretendido
Este foi o meu primeiro ensinamento quando a 23 de Setembro do ano passado tive contacto, pela primeira vez, com uma metodologia denominada Programação Neurolinguística. Pode ser um nome algo pomposo, eu sei, mas de forma muito simples, não é mais que uma arte que liga a mente, a linguagem e o corpo e nos dá ferramentas práticas para modelarmos os nossos comportamentos e o que nos rodeia.
Uma das primeiras perguntas que me colocaram naquele dia foi: “porque estás aqui?”. E a minha resposta foi: “porque quero ter sucesso”.
Claro que dizer “quero ter sucesso” é tão ou mais vago como dizer “a Terra é um planeta”. É preciso colocar estrutura e conteúdo nestas afirmações.
Sim, “quero ter sucesso” é, em si mesmo, um objectivo. Mas sem definir o caminho, nunca mais lá chegaria.
Como devemos, então, definir objectivos?
A gestão diz-nos que os objectivos devem ser SMART, isto é:
  • S (Specific) – formulados de forma específica;
  • M (Measurable) – mensuráveis, ou seja, devem poder ser medidos e analisados;
  • A (Attainable) – atingíveis ou alcançáveis;
  • R (Realistic) – realistas, isto, ter os meios para atingir os fins;
  • T (Time-bound) - delimitados no tempo.
Mas isto não passa de teoria. E há-de ter sido mais ou menos isto que fizemos aquando da formulação das resoluções à meia-noite de 31 de Dezembro passado. Por exemplo, se uma das resoluções que adoptaram foi: “vou mais vezes ao ginásio”, até podemos dizer que é um objectivo SMART (ou quase):
  • S (Specific) – dizer “vou mais vezes ao ginásio” é bastante objectivo;
  • M (Measurable) – é mensurável porque consigo contar o número de idas ao ginásio;
  • A (Attainable) – é alcançável porque basta ir ao ginásio;
  • R (Realistic) – é realista porque basta ir ao ginásio;
  • T (Time-bound) – é delimitado no tempo porque é algo definido para o ano de 2018.
Logo, é um objectivo. Mas a forma como foi formulado não creio que dê o impulso necessário que leve alguém a ir mais vezes ao ginásio.
E lá por a nossa vida dever ser gerida, não temos, necessariamente, de pensar em nós como uma empresa que é para onde o SMART me leva automaticamente. Não somos só números. E, assim, pegando nos ensinamentos apreendidos, ainda que de forma morosa e dolorosa, em programação neurolinguística, acho que podemos arranjar aqui outra fórmula.
E assim, os objectivos podem ser ATIR, isto é:
  • A – absolutamente positivos quando são expressos, i.e., nada de dizer “eu não quero…”. Até porque, se formos positivos, as coisas boas acontecem; se formos negativos, são as experiências menos boas que nos podem vir bater à porta.
  • T – trabalhados num contexto e de forma específica, i.e., determinar o quando, o onde, e o com quem desejo que aconteça, bem como o quando, onde e com quem não o desejo
  • I – imagináveis em termos do que verei, ouvirei e sentirei quando atingir o que defini
  • R – regulados por nós próprios, isto é dependentes de cada um individualmente considerado e, como tal, sempre congruentes connosco e, adicionalmente, com os que nos rodeiam.
À luz do modelo ATIR, “quero ir mais vezes ao ginásio” podia ser transformado em algo deste género: “Em 2018, vou 100 vezes ao ginásio, logo de manhã e vou desafiar XX para ir comigo. Claro que quando ela não puder, vou na mesma porque só ficarei mais elegante se for eu a fazer os exercícios e não outra pessoa por mim. Já me estou a ver a começar o dia cheia de energia, a ser das primeiras a entrar no ginásio quando ainda tanta gente dorme e isso vai deixar-me mesmo bem disposta!”
Acham que podia resultar?
Isto não é mais que força mental!
E, uma sugestão adicional – reduzam a escrito os objectivos que vão formulando na vossa mente. Leiam-nos com frequência e alterem-nos, melhorem-nos se necessário for. Construam o vosso próprio livro de objectivos e façam concorrência ao Anthony Robbins.
E parece-me que, através do recurso a este modelo ATIR, conseguiremos, sem dúvida, instruir a nossa mente com vista à realização do que pretendemos, com vista à prática. E esta pode ser, sem dúvida, a forma como conseguiremos passar da teoria para o início da prática e, como tal, iniciar o caminho para ter ainda mais sucesso.
Estabelecer objectivos é uma travessia que se prolonga no tempo e que pode ser melhorada a cada dia que passa com a definição de mais e melhores objectivos (à luz do modelo ATIR, por exemplo) porque, como bem sabem, a vida não é estática. Quando cumpro algo que defini como a minha meta naquele momento, significa que está na hora de definir outro resultado a atingir.
Sem querer roubar-vos muito mais tempo, queria partilhar convosco dois versos de um poema escrito em 1875 por William Ernest Henley: “I am the master of my fate; I am the captain of my soul.” Versos estes que já apareceram em filmes, séries e letras de músicas e que, traduzido à letra, é mais ou menos assim: “Eu sou o mestre de meu destino; Eu sou o capitão da minha alma.”.
Retomando a pergunta – “como posso ter ainda mais sucesso?” – aqui vai a minha tentativa de resposta: para ter sucesso ou, dizendo de forma correcta, ainda mais sucesso, temos de estudar o mapa, as marés e os ventos, e imaginarmo-nos, ainda antes de começarmos a viagem, já atracados nesse bom porto de destino, visualizando esse local, ouvindo o que nos rodeia e sentindo em cada célula do nosso corpo o prazer de chegar a terra firme. Depois, temos de pegar no leme da nossa vida e não deixar que as rajadas de vento à nossa volta ou o mar turbulento nos façam navegar para onde não queremos. Mas, claro está, temos de ser flexíveis pois não queremos que as velas partam! E, igualmente importante, é percebermos quando já tivermos passado o Cabo das Tormentas para o outro lado pois, nesse momento, chegou a hora de definirmos uma nova meta.
Claro que não podia terminar esta minha pequena partilha sem vos deixar com uma frase feita que anda por aí em tanto blog e site e rede social e que é atribuída a Michelle Obama: “Sucesso não tem a ver com o dinheiro que você ganha. Tem a ver com a diferença que você faz na vida das pessoas”. Por estar aqui, esta tarde, à vossa frente, não ganhei qualquer cêntimo. Mas quero acreditar que estes poucos minutos vos fizeram pensar no que ainda podem melhorar para terem ainda mais sucesso e isso, só por si, já fez com que o meu dia fosse pleno de, lá está, sucesso.
E doravante, pensem como querem estabelecer as vossas metas para o 2º semestre de 2018. Ele está aí, já ao tocar de outras 12 badaladas!
Muito obrigada!
Muito sucesso a todos!"

Amêndoa

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Gosto

Algures no tempo disse que não lia mais previsões astrológicas. Mas dei por mim a ler o que 2018 reserva para gémeos e, tenho a dizer, que gosto.

Amêndoa

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

2018

Vai ser um grande ano!
Fica por escrito para trabalhar em prol deste objectivo!

Amêndoa

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Leituras

Tal como referido aqui, em 2017 li menos do que no ano anterior. Só é pena que menos leitura tenha ocorrido por razões diferentes daquelas que pensei viessem a ocorrer.
Aqui fica a lista dos 17 livros possíveis:
  • Allende, Isabel - "A casa dos espíritos"
  • Archer, Jeffrey - "Mais poderosa que a espada" e "Chegada a hora"
  • Crouch, Blake - "Matéria escura"
  • Elrod, Hal - "O milagre da manhã"
  • Fleming, Leah - "A filha do capitão"
  • Gabaldon, Diana - "Nas asas do tempo"
  • Gilbert, Elizabeth - "Eat Pray Love" (pela 2ª vez)
  • Guillebeau, Chris - "Startup"
  • Kondo, Marie - "Arrume a sua casa, arrume a sua vida"
  • Levy, Marc - "O primeiro dia"
  • Martin-Lugand, Agnès - "As pessoas felizes lêem e bebem café"
  • Navarro, Julia - "Dispara, eu já estou morto"
  • Pang, Alex Soojung-Kim - "Descansar"
  • Sá, Eduardo - "Quem nunca morreu de amor"
  • Viking, Meik - "O livro do Hygge"
  • Williams, John - "Stoner"

Boas leituras para 2018!
Amêndoa

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Aquela pessoa que um dia me disse que eu era um máximo

Foi há 15 ou 16 anos que a conheci. Entrou ao de leve, fincou pé numa viagem, encantou-me com o dedilhar tocado de ouvido e as palavras cantadas, mas empurrei-a do meu mundo pouco depois. Porque o fiz? Já mo perguntei muitas vezes e não tenho certeza da resposta. No entanto, inclino-me sempre para este meu receio de não ser suficientemente interessante e inteligente e, como tal, por meio de uma fuga antecipada, tentei evitar que um dia mo dissesse e me virasse as costas. Havia (e há) essa possibilidade, não só mas também porque ela lê livros que vão desde a astrofísica à religião e que não passam pela ficção, o que é o oposto do que faço. E isto é uma ínfima parte do que esta pessoa faz. Sinto-me como um jogador da divisão distrital que tenta chegar aos calcanhares de um jogador de uma equipa da Liga dos Campeões. E, como tal, segui o meu modelo do magoar ao invés de sair magoada. Mas esta fuga está no meu top de arrependimentos. Volvidos 13 anos desde o adeus, pedi-lhe desculpa por tê-la expulso. E foi, sem dúvida, um dos mais sinceros e sentidos pedidos de desculpa em toda a minha curta vida. Esta pessoa tem entrado e saído do meu espaço ao ritmo de vários textos escritos e respondidos. Alguns deles com muitos meses de intervalo. Mas todos com essência e sem banalidades. Ali não há banalidades, nem perdas de tempo, nem preguiça. Mas o mais curioso é que as palavras têm surgido, essencialmente, de surpresa, em momentos chave desta vida desalinhada que, curiosamente, parece que encontra o caminho quando ressurgem novas cartas. É quase como se esse troço tivesse sido desenhado há 16 anos e eu, com maior ou menor intensidade, ao invés de seguir por esse caminho, optei por estradas paralelas que, vá-se lá saber porquê, sempre me levaram a ruas sem saída. Não me parece que ande à procura de coincidências, mas é inegável que elas existem. Há mais de 1 ano que nada sabia sobre a sua existência, excepto que morava overseas, e há 1 mês recebi um anúncio de regresso. Não temporário. Definitivo. Desde que a expulsei, só a vi ao vivo 2 vezes e não mais que 2 ou 3 horas em cada momento. Pouco ou nada sei sobre a sua vida nestes últimos 15 anos. Enquanto escrevia estas palavras, fui procurar a música que me foi dedilhada. Faz parte da banda sonora do Moulin Rouge. É uma das minhas bandas sonoras preferida e ouço-a recorrentemente, pelo que o dedilhar anda na minha cabeça há 15 anos. Sim, sou uma romântica incurável e, provavelmente, ando à pesca em lago seco. Mas é muito bom receber novas palavras e histórias e nelas mergulhar e refrescar os sonhos. 

Amêndoa

Texto acima escrito a 25/8/2017, exactamente no dia de aniversário deste blog. Coincidências!

Texto abaixo à data de hoje.


Despedi-me de 2017 e entrei em 2018 com aquela pessoa que um dia me disse que eu era um máximo!

Feliz 2018!
Amêndoa

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Mamma mia


Amêndoa

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Sim, continuo a sonhar com uma biblioteca


Daqui.

Amêndoa

Serendipity

É uma das minhas palavras preferidas, não só pela sonoridade, mas pelo significado. Já o tinha dito aqui.
Estou numa fase de serendipity e, curiosamente, encontrei o trailer de um filme cujo título é "Serendipity".


Amêndoa

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

2017, podes continuar

Nos últimos anos (talvez uns 7 ou 8), chego a esta época do ano a clamar que o novo ano chegue depressa. E isso acontece, não porque tenha milhentos planos para o ano seguinte, mas sim porque o ano em curso não teve nada (ou muito pouco) para guardar na memória. 
Chegada ao momento (habitual) de pedido urgente pela página 1/365, dei por mim a dizer que não tenho pressa que chegue 2018. É verdade que os primeiro 8 / 9 meses do ano podem ir para a gaveta do fundo, mas desde o mês 9 / 10 que os chakras andam mais alinhados e eu estou, de facto, a gostar e a aproveitar a recta final de 2017. 
Sim, anseio pelo novo ano - até porque a minha lista já conta com 6 novos propósitos para 2018 -, mas pode chegar devagarinho, com calma e com o espírito e a boa energia que agora me envolvem.

Amêndoa

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Love who you want, ou o primeiro item da minha lista para o Natal

Os pratos marcadores com a girafa e o leão já cá cantam. Mas os outros serão muito bem recebidos.
Agradecida!

Amêndoa

The Holiday


Aposto que já pus este trailer por aqui algures no tempo. Mas aqui vai de novo. Um dos meus filmes favoritos desta época que, ou muito me engano, ou já vi umas 10 vezes.

Amêndoa

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A D O R O


Daqui.

Não, o novo lar ainda está longe de estar decorado como deve e eu continuo à procura de inspiração.

Amêndoa

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Para ver


Amêndoa

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Bem receber e entreter

Artigo para ler por quem gosta de receber amigos em casa. Eu tenho uma sala de jantar (quase) pronta a estrear. E à porta vou, certamente, colocar o aviso "Proibida a entrada a dispositivos móveis".

Amêndoa

segunda-feira, 30 de outubro de 2017