quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Fazer bem à primeira

Na teoria, todos sabem que assim deve ser, seja no trabalho que o chefe nos deu, seja na organização da nossa casa. Se todos sabem, porque há quem esteja sempre à espera que o próximo corrija o que foi mal feito só porque não me apeteceu fazer bem?
Fazer bem à primeira é o único padrão de desempenho que devemos aceitar na nossa vida!

Amêndoa

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Decoração

A procura de inspiração para a sala continua. Encontrei esta foto aqui e gostei das cadeiras com três pernas. Catitas!


Amêndoa

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Contra o frio

Melhor descoberta do Inverno 2015/16 - collants polares!

Amêndoa

domingo, 17 de janeiro de 2016

Escrito há 150 anos

"Todo o homem vive para si, exerce a sua liberdade para atingir fins particulares, e pensa sinceramente que pode ou não praticar tal acto; a partir, porém, do momento em que o praticou, esse acto, executado a um dado momento, torna-se irrevogável e pertence à história, onde deixa de ser livre para assumir um significado predeterminado.
Há duas facetas na vida de todo o homem: a individual, que é tanto mais livre quanto os seus interesses são mais abstractos, e a elementar, gregária, em que o homem se submete inevitavelmente às leis que lhe são prescritas.
O homem vive conscientemente para si, mas serve de instrumento inconsciente à prossecução de objectivos históricos, comuns a toda a humanidade. O acto praticado é irrevogável e, pela sua concordância no tempo com milhões de actos praticados por outros homens, adquire um valor histórico. Quanto mais elevada é a sua posição na escala social, maior é o número daqueles a que está ligado, e maior é o seu poder sobre os outros homens, mais evidente o carácter predeterminado e inevitável de cada um dos seus actos."

"Guerra e Paz" - Lev Tolstoi

Amêndoa

sábado, 16 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Como andar de bicicleta

Com 3 crianças e sacos 


Amêndoa

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Faz pensar na simplicidade

"Surpreendem-me os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro tentando recuperar a saúde. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido."

Siddhartha Gautama, que conhecemos como Buda

Amêndoa

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Já cá faltava uma musiquinha para animar


Tom & Hills ft. Hutty Ranx - "Digital Love"

Amêndoa

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Que é pois o tempo?

Segundo José Tolentino Mendonça, in A Revista do Expresso, de 31.12.2015, "sabemos todos o que é o tempo, mas ele continua a ser uma coisa difícil de descrever. É como se nos faltassem subitamente palavras e o próprio tempo nos impusesse um outro tempo para nos aproximarmos do que ele é. Há uma espécie de lentidão necessária, um dobrar da língua ao qual Santo Agostinho, nas “Confissões”, é bem sensível. Escreve ele: “Que é pois o tempo? Se ninguém me pergunta eu sei, mas se desejo explicar a quem o pergunta não o sei.”

E, contudo, somos feitos de tempo, lavrados instante a instante pelos seus instrumentos: conhecemos idades, estações, tempos mensuráveis e incontáveis, formas visíveis e invisíveis de tempo. Por vezes, o tempo passa por nós com um passo tão subtil que nem damos por ele; sem dilemas ou censuras, ele como que flutua. Mas outras, o mesmo tempo atormenta-nos, cerca-nos com a sua voracidade, insidia-nos, faz-nos escutar cada vez mais perto os seus martelos, e damos por nós mais sós, vulneráveis à sua obsidiante vertigem. O que é pois o tempo? Não sei se esta pergunta terá algum dia cabal resposta. O importante, creio, é a compreensão de que este tempo que nos atravessa, este tempo preciso, somos nós mesmos. Somos o instante que se prolonga. Somos o duro desejo de durar, e isso não é senão tempo, duração. Mas há uma sabedoria do tempo a redescobrir. O tempo não é apenas tempo. O tempo é uma arte e pede de nós três coisas. A primeira é a necessidade de desfatalizarmos o tempo. (...) A segunda coisa que nos vem pedida é que entendamos as nossas sucessivas crises em relação ao tempo (inseguranças, conflitos, atritos, interrogações), mesmo se dolorosas, como formas de operacionalizar o tempo enquanto lugar não só de fins mas de recomeços. (...) O terceiro desafio é reaprendermos o tempo como dom que nos ensina os múltiplos e inesgotáveis sentidos do dom. (...)".

Amêndoa